domingo, 5 de maio de 2013
Vampiros
Vampiro é um ser mitológico ou folclórico que sobrevive se alimentando da essência vital de criaturas vivas (geralmente sob a forma de sangue), independentemente de ser um morto-vivo ou uma pessoa viva.nota 1 1 2 3 4 5 6
Embora entidades vampíricas tenham sido registradas em várias culturas, possivelmente em tempos tão recuados quanto a pré-história,7 o termo vampiro apenas se tornou popular no início do século XIX, após um influxo de superstições vampíricas na Europa Ocidental, vindas de áreas onde lendas sobre vampiros eram frequentes, como os Balcãs e a Europa Oriental,8 embora variantes locais sejam também conhecidas por outras designações, como vrykolakas na Grécia e strigoi na Roménia. Este aumento das superstições vampíricas na Europa levou a uma histeria colectiva, resultando em alguns casos na perfuração de cadáveres com estacas e acusações de vampirismo.
Embora mesmo os vampiros do folclore balcânico e da Europa Oriental possuam um vasto leque de aparências físicas, variando de quase humanos até corpos em avançado estado de decomposição, foi em 1819, com o sucesso do romance de John Polidori The Vampyre, que se estabeleceu o arquétipo do vampiro carismático e sofisticado; o que pode ser considerado a mais influente obra sobre vampiros do início do século XIX,9 inspirando obras como Varney the Vampire e eventualmente Drácula.10
É, no entanto, o romance de 1897 de Bram Stoker, Drácula, que perdura como a quinta essência da literatura sobre vampiros e que gerou a base da moderna ficção sobre o tema.
Drácula foi inspirado em mitologias anteriores sobre lobisomens e outros demónios lendários semelhantes e "deu voz às ansiedades de uma era" e aos "medos do patriarcado vitoriano".11
O sucesso deste livro deu origem a um género distinto de vampiro, ainda popular no século XXI, com livros, filmes, jogos de vídeo e programas de televisão. O vampiro é uma figura de tal modo dominante no género de terror que a historiadora de literatura Susan Sellers coloca o actual mito vampírico na "segurança comparativa do fantástico [existente] nos pesadelos".11
Ogro
Ogro (ou ogre) é um lendário monstro de contos populares que, de acordo com a lenda, possui a particularidade de devorar seres humanos. O significado de ogro pode ser associado ao bicho-papão, a assustadora figura que amedronta as crianças. A palavra ogro vem do latim orcus que significa inferno. No inglês e no francês a grafia é ogre.
A palavra francesa ogre terá sido inicialmente utilizada por Charles Perrault, escritor francês de contos infantis. A primeira referência a esta palavra é encontrada no seu livro “História ou contos do tempo passado”, datado de 1697. Charles Perrault é autor de famosos contos populares, dentre eles “O pequeno polegar”, onde faz referência a um ogro que atormenta as crianças.
Mula sem cabeça
Vídeo sobre a mula sem cabeça
A mula sem cabeça é uma lenda do folclore brasileiro. A sua origem é desconhecida, mas bastante evidenciada em todo o Brasil.
A mula é literalmente uma mula sem cabeça, que solta fogo pelo pescoço, local onde deveria estar sua cabeça. Possui em seus cascos, ferraduras que são de prata ou de aço e apresentam coloração marrom ou preta.
Segundo alguns pesquisadores, apesar de ter origem desconhecida, a lenda fez parte da cultura da população que vivia sobre o domínio da Igreja Católica.
Segundo a lenda, qualquer mulher que namorasse um padre seria transformada em um monstro. Dessa forma, as mulheres deveriam ver os padres como uma espécie de “santo” e não como homem, se cometessem qualquer pecado com o pensamento em um padre, acabariam se transformando em mula sem cabeça.
Segundo a lenda, o encanto somente pode ser quebrado se alguém tirar o freio de ferro que a mula sem cabeça carrega, assim surgirá uma mulher arrependida pelos seus “pecados”.
Lobisomen
A
lenda do lobisomem tem, provavelmente, origem na Europa do século XVI, embora traços desta lenda apareçam em alguns
mitos da Grécia
Antiga. Do continente europeu, espalhou-se por várias regiões do
mundo. Chegou ao Brasil através dos portugueses que colonizaram nosso
país, a partir do século XVI. Este personagem possui um corpo misturando
traços de ser humano e lobo.
De
acordo com a lenda, um homem foi mordido por um lobo em noite de lua
cheia. A partir deste momento, passou a transforma-se em lobisomem em
todas as noites em que a Lua apresenta-se nesta fase. Caso o lobisomem
morda outra pessoa, a vítima passará pelo mesmo feitiço.
A lenda no Brasil
A lenda no Brasil
No
Brasil (principalmente no sertão), a lenda ganhou várias versões. Em
alguns locais dizem que o sétimo filho homem de uma sucessão de filhos
do mesmo sexo, pode transforma-se em lobisomem. Em outras regiões dizem
que se uma mãe tiver seis filhas mulheres e o sétimo for homem, este se
transformará em lobisomem. Existem também versões que falam que, se um
filho não for batizado poderá se transformar em lobisomem na fase
adulta.
Conta a lenda que a transformação ocorre em noite de Lua cheia em uma encruzilhada. O monstro passa a atacar animais e pessoas para se alimentar de sangue. Volta a forma humana somente com o raiar do Sol.
Curiosidade:
- De acordo com a lenda, um lobisomem só morre se for atingido por uma bala ou outro objeto feito de prata.
Conta a lenda que a transformação ocorre em noite de Lua cheia em uma encruzilhada. O monstro passa a atacar animais e pessoas para se alimentar de sangue. Volta a forma humana somente com o raiar do Sol.
Curiosidade:
- De acordo com a lenda, um lobisomem só morre se for atingido por uma bala ou outro objeto feito de prata.
sábado, 4 de maio de 2013
cores
eu estou doida para almentar aponsibilidade do meu blog almentar legal a cor nesera quedevo uzar o amarelo ra que legal thau
saci
Quem é o saci
O Saci-Pererê é um dos personagens mais conhecidos do folclore brasileiro. Possuí até um dia em sua homenagem: 31 de outubro. Provavelmente, surgiu entre povos indígenas da região Sul do Brasil, ainda durante o período colonial (possivelmente no final do século XVIII). Nesta época, era representado por um menino indígena de cor morena e com um rabo, que vivia aprontando travessuras na floresta.
Porém, ao migrar para o norte do país, o mito e o personagem sofreram modificações ao receberem influências da cultura africana. O Saci transformou-se num jovem negro com apenas uma perna, pois, de acordo com o mito, havia perdido a outra numa luta de capoeira. Passou a ser representado usando um gorro vermelho e um cachimbo, típico da cultura africana. Até os dias atuais ele é representado desta forma.
O comportamento é a marca registrada deste personagem folclórico. Muito divertido e brincalhão, o saci passa todo tempo aprontando travessuras na matas e nas casas. Assusta viajantes, esconde objetos domésticos, emite ruídos, assusta cavalos e bois no pasto etc. Apesar das brincadeiras, não pratica atitudes com o objetivo de prejudicar alguém ou fazer o mal.
Diz o mito que ele se desloca dentro de redemoinhos de vento, e para captura-lo é necessário jogar uma peneira sobre ele. Após o feito, deve-se tirar o gorro e prender o saci dentro de uma garrafa. Somente desta forma ele irá obedecer seu “proprietário”.
Mas, de acordo com o mito, o saci não é voltado apenas para brincadeiras. Ele é um importante conhecedor das ervas da floresta, da fabricação de chás e medicamentos feitos com plantas. Ele controla e guarda os segredos e todos estes conhecimentos. Aqueles que penetram nas florestas em busca destas ervas, devem, de acordo com a mitologia, pedir sua autorização. Caso contrário, se transformará em mais uma vítima de suas travessuras.
A crença neste personagem ainda é muito forte na região interior do Brasil. Em volta das fogueiras, os mais velhos contam suas experiências com o saci aos mais novos. Através da cultura oral, o mito vai se perpetuando. Porém, o personagem chegou aos grandes centros urbanos através da literatura, da televisão e das histórias em quadrinhos.
Quem primeiro retratou o personagem, de forma brilhante na literatura infantil, foi o escritor Monteiro Lobato. Nas histórias do Sítio do Pica-Pau Amarelo, o saci aparece constantemente. Ele vive aprontando com os personagens do sítio. A lenda se espalhou por todo o Brasil quando as histórias de Monteiro Lobato ganharam as telas da televisão, transformando-se em seriado, transmitido no começo da década de 1950. O saci também aparece em várias momentos das histórias em quadrinhos do personagem Chico Bento, de Maurício de Souza.
1saci perere vou fazer uma viagem para trajano de mores mitos sao atemporais os mitos circulam ha milhares de anos desde muito antes dos livro terem sidoinventados passados de geracao em geracao pelos mais velhos por parentes e contadores de historia eles sobreviem devido au seusignificado a suas licoes e em alguns casos a sua naturesa sagrada
loira do banheiro
e gente foi dificil de maisa minha amiga do blog ela tentou fazer na escola e entao elaficou com medo ou com outra coisa nao foi legal achei que ia ser facil mais como sou muito fa do icarly se voce nao se importa vou tecontar a lenda da loira do banheiro e entao e assim bate a porta do banheiro3 vezes e da descarga 3 vezes mais cuidado com o medo pode almentaro medo olha pro espeelho e diz loira do banheiro apareca 3 vezes . mais a pessoa que faz e sa lenda se ela for loira ela e a loira do banheiro
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